Luiz Zini Pires

Botafogo espera novos milagres do seu goleiro que aprendeu a gostar do Inter

Gatito Fernandez é filho de Gato Fernandez, que defendeu o Inter nos anos 1990

Por Luiz Zini Pires
13/09/2017 - 10h57min
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Foto: Felipe Oliveira / EC Vitória

Roberto (Gato) Eladio Fernández Roa, 63 anos, é pai de Roberto (Gatito) Júnior Fernández Roa, 29. Gato tem os mesmos 1m91cm de Gatito.  

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O primeiro jogou 13 anos na seleção do Paraguai, passou pelo Inter nos anos 1990 e foi aclamado como um dos melhores do continente no final do século passado. 

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O filho guarda o gol do Botafogo nesta quarta-feira (13), a partir das 21h45min, contra o Grêmio no Estádio Nilton Santos, ex-Engenhão, no Rio. 

Gatito é um dos jogadores mais aclamados pela fervorosa torcida do Botafogo. É o melhor goleiro em atividade no Rio de Janeiro, um dos destaques do país na posição em 2017. Tanto que ofuscou Jeferson, ex-Seleção, hoje um reserva quase conformado.

Gatito morou em Porto Alegre. Frequentou o Beira-Rio quando criança. Visitava o estádio ao lado do pai, às vezes no colo. Os filhos costumam ter um carinho especial pelos clubes que os pais defendem. 

Gatito chegou ao Botafogo no começo do ano, antes passou pelo Figueirense e Vitória, defendeu o Cerro e jogou na Holanda. 

Em 42 jogos, sofreu 39 gols. Mesmo assim, é classificado pelos botafoguenses com o goleiro das defesas impossíveis, milagrosas, de outro mundo. Sua agilidade na risca da goleira impressiona. Parece ganhar dois metros a mais dos seus 1m90cm. 

Gatito vive o melhor momento da sua carreira de mais de uma década. 

Será um obstáculo a mais para o ataque gremista, sem Pedro Rocha, possivelmente sem Luan também.

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